15 de março de 2024
Reservamos a terceira semana do mês para tratar sobre obras literárias que possam estimular o interesse de quem nos acompanha, seja para leitura ou releitura , e ou aprimoramento das competências pessoais e comunitárias.
Avaliando os comentários das ultimas abordagens , o tema Simplicidade , despertou grande interesse, nos despertando reforçar o assunto, com a perspectiva de negócios.
Da obra “Leis da Simplicidade” escrito por John Maeda, passando por “O Poder do Menos” escrito por Leo Baubauta, e “Regras Simples” escrito por Donald Sull, , escolhemos focar em “Incrivelmente Simples” escrito por Ken Segall, antigo diretor criativo da Apple, e protagonista de uma extraordinária transformação na Cia.
A obra retrata o direcionamento que Steve Jobs implementou na Apple, com o propósito de torná-la uma empresa mundial. A Simplicidade orienta o modo como a organização é regida, como seus produtos são concebidos e desenvolvidos e como a empresa se conecta com seus clientes. Revela os 10 (dez) elementos da Simplicidade que fundamentaram o histórico sucesso da Cia. e que poderá ser usado para direcionar outras organizações;
É uma leitura que revela como as empresas que alavancam seu poder conseguem se destacar da concorrência – e como as pessoas que dominam essa arte podem se transformar em ativos vitais para suas organizações.
Na sua essência, fazer o simples nem sempre é simples assim. O caminho mais simples nem sempre é o mais fácil, em geral demandando mais tempo, mais energia e talento, requerendo:
Em cada capítulo, o autor nos desafia a pensar de maneira diferente, testar as teses defendidas e não desistir das nossas crenças e propósitos. Na minha interpretação o primeiro e o decimo capitulo, são “icônicos”:
1.Pense Direto
A Simplicidade requer franqueza; seja direto, sem rodeios.
Essa comunicação honesta inclui a política feedbacks, dar e receber retorno. Essa atitude economiza tempo e evita retrabalho.
10. Pense em Estado de Guerra
Tempos extremos exigem medidas extremas. Um momento extremo é quando suas ideias se veem em uma situação de vida ou morte. Quando a vida da sua ideia está em jogo, a última coisa que você quer é uma luta justa e nunca se esqueça do que pode muito bem ser sua arma mais eficaz: sua paixão pela ideia.
Há quem questione a forma “obsessiva” com que Jobs tratava os desafios e as pessoas ao seu entorno. O mercado e segmento de negócios em que a empresa atua. Mas é inegável que mais de dez anos após a sua morte, a empresa permanece como uma das mais valiosas do mundo.
Nestes tempos em que ainda carregamos baixíssimos níveis de eficiência e competitividade em diversos segmentos da economia, reclamamos da ausência e ou interferência do governo em nossos negócios, parece-me que o -pensar de maneira diferente- a agir sustentado em nossas crenças, valores e metas desafiadoras, pode ampliar o nível de excelência do que fazemos e a produção de valor em benefício de toda a sociedade.
Vale a leitura-releitura e ação.
Forte abraço.
Raimundo Sousa